Irrigação e manejo reduzem efeitos do aquecimento
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Agronegócio

Irrigação e manejo reduzem efeitos do aquecimento

Novas técnicas para irrigação, como o sistema por gotejamento ou a ferti-irrigação, economizam e aumentam a produtividade
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A utilização de técnicas de manejo podem reduzir as conseqüências do aquecimento global e o aumento do consumo de água nas regiões de altas temperaturas, como o Norte e Nordeste do Brasil. Além disso, novas técnicas para irrigação, como o sistema por gotejamento ou a ferti-irrigação (irrigar com fertilizante), proporcionam economia e aumentam a produtividade.


"Em locais com temperatura acima de 25ºC, a produtividade de um cafezal pode ser de até 50 sacas por hectare usando a irrigação", observa Roberto Antonio Thomaziello, pesquisador do centro de café IAC/Apta. Ele cita como exemplo a variedade obatã, cultivada no Acre com ótimos resultados.


Na região do sub-médio do São Francisco, conhecida por cultivar uvas para produção de vinho, o rio é usado na irrigação. "A produção de uva, manga e banana utilizam essa técnica. A água serve para reduzir a radiação solar", diz José Lincon de Pinheiro Araújo, pesquisador da Embrapa Semi-árido.


No norte do Espírito Santo e em algumas regiões da Bahia, o sistema de cultivo integrado é utilizado com sucesso. "Onde o clima é muito quente para o conillon usamos o adensamento ou cobrimos parte da rua com leguminosas para mantermos a umidade", explica Romário Ferrão, pesquisador do Incaper (ES).

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