Live discute o papel da mandioca na soberania e segurança alimentar
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Imagem: Marcel Oliveira
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Live discute o papel da mandioca na soberania e segurança alimentar

O evento será realizado dia 11/12, às 9h (horário de Brasília), via Google Meet
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A live “Soberania e segurança alimentar e nutricional: o papel da mandioca e de outras raízes” vai abordar o potencial alimentar e nutricional da agrobiodiversidade e da sociobiodiversidade da Amazônia e a contribuição à segurança e soberania alimentar de povos indígenas, populações tradicionais e agricultores familiares da região. O evento será realizado dia 11/12, às 9h (horário de Brasília), via Google Meet (meet.google.com/aac-fsww-gzu).

Os alimentos tradicionais da sociobiodiversidade e agrobiodiversidade amazônicas, que passam de geração para geração, vêm sendo substituídos por alimentos à base de trigo e produtos ultraprocessados, comprometendo a soberania alimentar, a saúde e a autonomia de comunidades tradicionais e famílias do meio rural na região.

Debate transdisciplinar

Para abordar o tema, a live traz a médica pediatra e nutróloga Clara Brandão, que desenvolveu a multimistura à base de produtos regionais. Atualmente, o programa de orientação alimentar contra a desnutrição, desenvolvido pela médica, está em todos os estados brasileiros e em mais 15 países da América Latina, África e Ásia. 

As debatedoras são a engenheira química Luciana Oliveira, pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura (Cruz das Almas, BA), e a cozinheira Tainá Marajoara, do Ponto de Cultura Alimentar Iacitatá (Belém, PA).

O debate on-line será moderado pela pesquisadora Tatiana Sá, da Embrapa Amazônia Oriental (Belém,PA). Ela afirma que frente ao desafio de promover a segurança e soberania alimentar dessas populações, a Embrapa Amazônia Oriental, por meio do Laboratório de Agroindústria e do Núcleo Puxirum Agroecológico, em parceria com a Rede Bragantina, articula a elaboração de um projeto voltado a desenvolver ou aprimorar processos de produção, acondicionamento e conservação de farinhas de raízes e frutos tradicionais da Amazônia.  “O objetivo é estimular uso dessas raízes como alternativa à farinha de trigo”, complementa.

O uso da mandioca e outras raízes em farinhas mistas ou individuais, além de contribuir para a segurança e soberania alimentar de povos e comunidades tradicionais, tem potencial nas dietas de pessoas com intolerância a componentes do trigo, programas de alimentação escolar em creches, asilos, cestas básicas, entre outros.


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