Mais ovinos e caprinos na Expo

Agronegócio

Mais ovinos e caprinos na Expo

Feira registra números recordes de ovelhas e cabritos trazidos por criadores do Paraná e outros estados
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O Norte do Paraná está crescendo e se destacando no setor de ovinocaprinocultura. Essa é a constatação da diretora de ovinos e caprinos da 48ªExposição de Londrina, Ana Marta Pacheco de Almeida Prado. Esse ano, a ExpoLondrina vai receber entre 600 e 700 cabeças de ovinos e de 100 a 150 de caprinos. Desse total, 350 ovinos estão inscritos para a pista de julgamentos. Na programação, estão agendados três leilões. Além do Paraná, produtores de São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul trazem animais para a feira.


Para receber os criadores, a diretoria de ovinocultura reformou e ampliou o pavilhão que abriga os animais, além de preparar uma casa, onde poderão receber orientações sobre as raças, manejo, além de terem à disposição veterinário e zootecnista.

‘‘Quando começamos a organizar a participação de ovinos e caprinos na Expo, há cinco anos, havia uma média de 50 a 80 animais expostos e apenas um leilão’’, diz Ana Marta destacando o crescimento da participação desses animais na feira.

Mas não é só na exposição que esses animais estão tendo uma participação significativa. A atividade registra crescimento em toda a região de Londrina, cerca de 70 carcaças são abatidas por semana na cidade, informa. A Cooperativa dos Criadores de Ovinos do Norte do Paraná (Coopercapanna), com 55 cooperados, colabora para a organização do setor.


O diferencial de mercado na região, reforça a diretora de ovinos, é a qualidade da produção. ‘‘Os criadores estão procurando animais com boa genética, visando a melhoria de seus rebanhos e o aumento da produtividade.’’ Ela explica que esses animais exigem cuidados especiais, principalmente no controle da verminose, considerado um dos grandes problemas da atividade. ‘‘A alta lotação e o pasto baixo são as principais causas da verminose, além do manejo mal feito’’. Outra dificuldade enfrentada pelo setor, na opinião de Ana Marta, são os abates clandestinos. ‘‘Os animais dos associados da Copercapanna são abatidos em frigorífico fiscalizado’’, afirma Ana Marta.


O setor investe ainda na divulgação do consumo da carne de ovelhas e cabritos. 

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