Na Bolsa de Chicago, a soja fechou o dia em alta com clima, venda para a China e forte alta do óleo de soja, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para setembro23 fechou em alta de 1,48 % ou $ 22,25 cents/bushel a $ 1523,25”, comenta.
“A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,62 %, ou $ 22,75 cents/bushel a $ 1424,50. A cotação de maio24 fechou em alta de 1,46 % ou $ 22,25 cents/bushel a $ 1411,75. O contrato de farelo de soja para agosto fechou em alta de 1,02 % ou $ 4,5 ton curta a $ 447,3 e o contrato de óleo de soja para agosto fechou em alta de 3,73 % ou $ 2,59/libra-peso a $ 71,99”, completa.
A pouca chuva durante o final de semana e a previsão de clima seco e quente para os próximos dias deram suporte a cotação da oleaginosa nesse começo de semana. “A melhora na demanda também deu um impulso para a cotação. Os dados de inspeção para embarque, divulgados pelo USDA, foram melhores que os da semana anterior. Em paralelo foi divulgado uma venda particular para à China de 121 mil toneladas da safra 2023/24.
Este é o primeiro anúncio de venda desse tipo para o país asiático desde 30/06. O óleo de soja voltou a subir forte com bombardeios da Rússia os portos do Rio Danúbio, possível rota alternativa para os embarques de óleo de girassol ucraniano. A alta do óleo de soja, desde o dia 17/07, está em 11,16%, em linha percentual com as altas do trigo e milho”, indica.
Os preços nacionais alcançaram os maiores patamares nominais desde abril deste ano na última semana, disse o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). "As indústrias brasileiras estiveram mais ativas nas aquisições de soja em grão nesta semana. Esse cenário elevou a disputa entre compradores domésticos e externos da oleaginosa", disseram os pesquisadores, em relatório.