Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em nova alta de 0,54%, diante da boa movimentação do mercado físico no dia, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A boa movimentação interna impulsionou as cotações do milho no mercado futuro da B3, nesta quarta-feira, que subiram 0,54% para o primeiro mês cotado”, comenta.
“A informação de que a recuperação da agricultura da Ucrânia não ocorrerá antes de 2040 para o trigo e 2050 para o milho levou os compradores internacionais e os Fundos de Investimento a aumentar a demanda destes cereais no mundo todo. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista: o vencimento julho/23 fechou a R$ 53,52, alta de R$ 0,29 no dia e alta de R$ 0,14 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 57,55, baixa de R$ -0,08 no dia e mesmo valor de uma semana; novembro/23 fechou estável a R$ 60,12 e alta de R$ 0,05 na semana”, completa.
Em Chicago o milho teve fechamentos mistos com chuvas pontuais no Meio-Oeste. “A cotação para julho23, início da nossa safra de inverno, fechou em baixa de - 0,78% ou $ -4,75 cents/bushel a $ 607,75. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,36% ou $ -2,00 cents/bushel a $ 549,25”, indica.
“O milho negociado em Chicago teve fechamentos mistos nesse meio de semana. Chuvas Meio-Oeste americano, além de aliviar a pressão climática sobre o cereal, foi o gatilho para que os Fundos de Investimentos realizassem lucros após a alta de segunda-feira. Os dados sobre os estoques de etanol, que nos EUA é feito de milho, abaixo do esperado pelo mercado limitaram a queda nessa quarta-feira", conclui.