O milho fechou em nova queda de 0,44% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), na sua quinta queda consecutiva, de acordo com informações que foram divulgadas pela TF Agroeconômica. “O milho foi o volume de menor importação pela China nos últimos meses – e era a esperança do Brasil para enxugar o mercado”, comenta.
“Com isto, as cotações futuras fecharam em queda no dia e no comparativo semanal: o vencimento março/23 fechou a R$ 91,52, queda de R$ 0,39 no dia e de R$ 0,66 na semana; maio/23 fechou a R$ 90,88, queda de R$ 0,71 no dia e de R$ 0,7839 na semana; o vencimento de julho foi de R$ 88,46, queda de 0,79% no dia e R$ 1,66 na semana”, completa.
Em Chicago, a cotação de março fechou em queda de 0,58% ou $ 4,0bushel a $ 681,25. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em queda de 0,67% ou $ 4,50/ bushel a $ 668,0. “Os futuros do milho em Chicago foram pressionados por tomadas de lucro depois de cinco sessões que acumularam ganhos de 5%. O fortalecimento do dólar e o aumento das exportações brasileiras também contribuíram para a queda de hoje. Finalmente, a queda de 1,09% do petróleo Brent também contribuiu para a queda das cotações”, indica.
“Dados de Inspeções Semanais mostraram que 774 mil toneladas de milho foram embarcadas durante a semana que terminou em 12/01. Isso foi acima de 401k MT da semana de férias anterior, mas abaixo da remessa de 1,24 MMT da mesma semana do ano passado. China e México foram novamente os principais destinos da semana, cada um com mais de 200k MT do total, o Japão também foi enviado +100k MT. O relatório semanal teve 10,776 MMT de exportações acumuladas de milho – perdendo o ritmo do ano passado em 4,55 MMT”, conclui.