Agronegócio

Manejo simples e carne saborosa tornam criação de galinha da angola boa opção

Por: -Vanessa Alves
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A galinha da angola, espécie de ave de manejo simples e barato, apresenta fácil adaptação a qualquer clima e pode ser criada em qualquer região do País. A espécie, caracterizada pelo hábito diurno e por conviver em grupos, podendo dividir espaço com outras aves, vivem soltas, normalmente em casais e se reproduzem com facilidade, sem intervenções dos criadores. Originária da África, foi trazida para o Brasil pelos portugueses durante a colonização.


A criação da galinha da angola pode ser destinada ao comércio da carne e dos ovos. Sua carne é muito saborosa e o gosto se parece com a do faisão. Ambos são muito apreciados pela gastronomia, sendo freqüentemente requisitadas por restaurantes sofisticados para compor pratos refinados.

Os ovos da angola têm o gosto bem parecido com ovos de outra espécie de galinhas. Algumas criações não são destinadas nem para o abate nem à venda de ovos, mas concentram somente na criação ornamental, já que as galinhas da angola possuem uma beleza singela e encantadora.


As instalações necessárias a criação das angolas são iguais as usadas para criação das demais espécies de galinhas, e não exige um alto investimento. Os dormitórios, que pode ser de madeira ou alvenaria, devem ter poleiros para que as aves se acomodem durante a noite. As galinhas da angola fazem muito barulho, portanto, devem ser mantidas distantes dos animais que precisam de um ambiente mais tranqüilo para se desenvolverem e reproduzirem.

Na reprodução, as fêmeas põem os ovos que são visíveis 25 dias depois. Normalmente as galinhas da angola são criadas em uma proporção de quatro ou cincos fêmeas para cada macho, mas é recomendável que na época de reprodução haja uma redução de quatro para três fêmeas. O criador não pode se esquecer de fornecer vitaminas às galinhas da angola para que elas se fortaleçam e tenham um melhor desempenho para se reproduzir.


Uma das características mais interessantes da galinha da angola é sua importante participação no controle biológico, auxiliando o equilíbrio ambiental através do consumo de insetos, formigas, carrapatos e outras pragas do meio rural.
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