Mapa inicia auditorias para ampliar zona livre de aftosa
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Agronegócio

Mapa inicia auditorias para ampliar zona livre de aftosa

MA, PI, PE e PA serão os primeiros estados avaliados
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Maranhão, Piauí, Pernambuco e Pará serão os primeiros estados avaliados e poderão ser reconhecidos livres de febre aftosa até o final do ano

Quatro equipes formadas por fiscais federais agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) iniciaram as auditorias e a avaliação do atendimento aos itens necessários para dar continuidade à ampliação da zona livre de febre aftosa com vacinação no Maranhão, Piauí, em Pernambuco e na parte centro-norte do Pará. Os trabalhos começaram nessa segunda-feira, 13 de fevereiro, e terminam nesta sexta-feira (17).


Nesta primeira fase, os técnicos do Departamento de Saúde Animal (DSA) vão examinar o cumprimento das inconformidades apontadas na última auditoria, realizada em julho de 2011. Também será analisado o sistema de proteção em regiões de fronteira do Pará, Piauí e de Pernambuco. Os estados de Ceará e Alagoas serão auditados na sequência, durante a primeira semana de março.


Já os estados do Rio Grande do Norte e a Paraíba apresentaram deficiências relevantes e correm o risco de ter a sua classificação rebaixada de risco médio para alto risco, caso não atendam às recomendações do Mapa. Aqueles que não avançarem nas próximas etapas terão restrições comerciais com as unidades federativas que iniciarem o processo para mudança de status. Entre elas está a proibição de comercialização de animais vivos, de produtos e subprodutos e de material de multiplicação genética.


Diante de resultados favoráveis das auditorias, nos meses de março e abril iniciará o inquérito soroepidemiológico para verificação da ausência de circulação viral nos estados. O cronograma completo prevê atividades até outubro, quando será finalizado o processo. Se todas as exigências forem cumpridas, haverá o reconhecimento nacional da nova zona livre de febre aftosa com vacinação. Após a declaração do Ministério da Agricultura, o próximo passo será a comunicação à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, sigla em inglês).


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