Mapa utilizará tecnologia digital para identificação de pragas
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Agronegócio

Mapa utilizará tecnologia digital para identificação de pragas

Equipamentos permitirão a transmissão digital de imagens das pragas
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A partir de agora, o ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) conta com uma nova tecnologia para fortalecimento e modernização da defesa sanitária vegetal. Técnicos norte-americanos finalizaram a montagem de equipamentos que permitirão a transmissão digital de imagens das pragas interceptadas em mercadorias importadas pelo porto e aeroporto do Recife e enviadas para o laboratório da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen).

Os equipamentos foram doados pelo governo americano como resultado das negociações chefiadas pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luís Carlos Guedes Pinto, durante a última reunião do Comitê Consultivo Agrícola Brasil/Estados Unidos, realizado em Washington.

O secretário de Defesa Agropecuária, Gabriel Alves Maciel, a missão americana e técnicos do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV), da Superintendência de Federal de Agricultura no Estado de Pernambuco (SFA/PE) e da Cenargem encerraram nessa quinta-feira (01-02) os trabalhos de instalação. Os equipamentos foram montados na SFA/PE, em Recife, e na Cenargen, em Brasília.

O diretor do DSV, Girabis Evangelista Ramos, ressaltou a importância da implantação destes equipamentos para modernizar o trabalho de defesa vegetal e enfatizou os avanços da cooperação na área fitossanitária entre o Brasil e os Estados Unidos. “Esta nova tecnologia é uma forma de resolver a questão do reduzido número de laboratórios de diagnóstico fitossanitário credenciados pelo Ministério da Agricultura e a baixa cobertura nas cinco regiões do País”, acrescentou o coordenador de Trânsito de Vegetais, Fernando Costa.

A implantação de pontos de envio e recebimento de imagens diárias é instrumento alternativo que possibilitará a identificação de alguns insetos, ácaros, nematóides, fungos e sintomatologia de bactérias.

Costa aponta como desafio a ampliação da cobertura da rede de laboratórios do ministério, o que permitirá deslocar pontos de ingresso de alguns produtos do estado de São Paulo de forma organizada, no sentido de elevar a segurança fitossanitária no trânsito internacional de interestadual brasileiro.


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