Menor liberação de gás metano
CME MILHO (DEZ/20) US$ 4,170 (1,12%)
| Dólar (compra) R$ 5,59 (-0,36%)


Agronegócio

Menor liberação de gás metano

A pecuária tem roubado a cena como uma das vilãs do agronegócio para o meio ambiente
Por:
247 acessos

A pecuária tem roubado a cena como uma das vilãs do agronegócio para o meio ambiente. Especialistas do setor, por sua vez, apontam o confinamento como uma alternativa para minimizar esses danos. E a razão, explicam, é simples: o gado engorda mais rápido, é abatido mais cedo e deixa de emitir gás metano em menos tempo.

Segundo o pecuarista e professor da Esalq/USP, Dante Pazzanese, pesquisa sobre aquecimento global aponta que quando o animal consome grão produz menos gás metano (ou seja menos gás de efeito estufa) do que quando está no pasto. "Ele é abatido mais jovem, vive menos", reitera o especialista.

No futuro, acredita ele, a integração lavoura-pecuária com confinamento é uma saída para resolver problemas de produção de carne e cuidados ambientais porque aumenta a qualidade do produto, pois o boi abatido é mais jovem, e melhora a eficiência da atividade.

O médico veterinário e consultor da Scot, Hyberville Neto, também afirma que o confinamento é interessante para reduzir o impacto ambiental, pois os animais são abatidos precocemente e assim emitem menos gás metano. Além disso, frisa ele, apesar de ter no País muita área que pode servir para o confinamento sem ser desmatada, o ideal é produzir mais em menos áreas.

Anúncios que podem lhe interessar


Atenção: Para comentar nesta página é necessário realizar o seu cadastro gratuíto ou entrar.
  • Clicar no botão Entrar caso já possua cadastro no Agrolink
  • Se não tiver cadastro ainda em nosso site Cadastre-se gratuitamente e terá acesso a conteúdos exclusivos
  • Clique aqui todas as vantagens de fazer seu cadastro no Agrolink