PROJEÇÃO

Mercado de bioestimulantes deve chegar a US$ 3,29 bi em 2022

Adoção cresce no mundo com mais conhecimento
Por: -Leonardo Gottems
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O mercado global de bioestimulantes deve crescer a uma taxa interanual de 10,43% de US$ 2 bilhões em 2017 até alcançar 3,29 bilhões em 2022, segundo uma projeção da consultoria norte-americana MarketsandMarkets. O crescimento é atribuído à implementação de práticas sustentáveis na agricultura, maior facilidade de explicação dos produtos e menor toxicidade tanto para o ambiente natural como para a saúde humana, limitando o uso de químicos prejudiciais.

Na base de comparação de cultivos, um dos segmentos que teve maior adoção aos bioestimulantes em 2016 foi de cultivos em fileira como cana-de-açúcar, algodão e milho. Na base de comparação através do método de aplicação, o segmento foliar teve a maior participação no mercado em 2016 em função de que os produtores preferem a eficiência com uso mais simples, menos trabalho, absorção mais rápida e maior produtividade.

A região europeia teve a maior adoção de bioestimulantes na indústria agrícola em 2016, com um maior reconhecimento da exigência de cultivos como maçãs, peras, pêssegos, algodão e milho. A região Ásia-Pacífico é projetada para ser a de maior crescimento com maior uso de práticas sustentáveis para alcançar os padrões de qualidade de exportação, fortalecer o potencial de mercado para os fabricantes locais de bioestimulantes para desenvolver vários produtos à base de amino-ácidos, ácidos húmicos e extratos de algas marinhas.

O mercado de bioestimulantes tem evoluído com muitos fabricantes envolvidos na pesquisa e desenvolvimento para reduzir os preços dos ingredientes ativos. A popularidade dos produtos bioestimulantes depende do entendimento dos constituintes e os seus benefícios para o produto.

Importantes atores no mercado de bioestimulantes incluem a Isagro (Itália), Arysta (Japão), Basf (Alemanha), Syngenta (Suíça), FMC Corporation (Estados Unidos), Koppert (Holanda), BioAg Alliance (Estados Unidos), Valagro (Itália) e Biolchim (Itália). A maioria deles têm explorado novas regiões através de investimentos, expansões, novos produtos e aquisições pelo planeta para serem mais competitivos através de sinergias.

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