MG tem maior fábrica de leites vegetais
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Imagem: Divulgação
DO BRASIL

MG tem maior fábrica de leites vegetais

O mercado brasileiro de plant based deverá movimentar mais de 2,5 bilhões de reais em 2020
Por: -Eliza Maliszewski

Minas Gerais, a capital do leite brasileiro, também tem a maior e mais moderna fábrica de leites vegetais e derivados. A unidade fica localizada em Lavras, na região do Campo das Vertentes, no Sul. De propriedade da empresa brasileira Vida Veg, os produtos como iogurtes, requeijões, queijos, carne vegetal e leite são todos feitos a base de plantas como coco, amêndoas e castanha de caju.

A unidade surgiu de uma demanda crescente por este tipo de produtos no Brasil. O país é o 6° colocado no ranking mundial de consumo de alimentos saudáveis, com crescimento de 20% ao ano enquanto a média global é de 8%. Esse desempenho é atribuído não só ao estilo de vida mas também devido às alergias ao leite de vaca. O estudo da Mordor Intelligence calcula que 85% dos brasileiros possuem algum nível de intolerância à lactose do leite de origem animal.

O crescimento das doenças alérgicas deve impulsionar em mais de 200% a demanda no mercado brasileiro dos leites e derivados plant based, nos próximos cinco anos. Por isso o mesmo estudo apontou que o mercado brasileiro de plant based deverá movimentar mais de 2,5 bilhões de reais em 2020. A empresa projeta faturar alcançar R$ 60 milhões por ano. 

Os leites a base de plantas tem proteína de alta digestibilidade e também podem ser consumidos por pessoas que tem restrição ao leite de vaca como os intolerantes e alérgicos. Com alta tecnologia instalada na unidade de produção é possível obter produtos mais frescos, naturais e nutritivos, sem conservantes, glúten e nem adição de açúcares. Além disso o produto é mais sustentável. “A produção de cada litro de leite de amêndoas demanda 92,7% menos água e emite 75% menos gases de efeito estufa na sua produção em comparação ao leite de vaca, além de não usar nenhum animal na sua produção, pois vem da natureza para a garrafa”, explica o diretor-executivo, Anderson Ricardo Rodrigues.


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