No estado do Rio Grande do Sul o mercado de milho para esta safra acabou, com compradores olhando Safrinha do Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, continua inalterado, na baixa, como na semana passada. Com compradores bem-posicionados e alongados até fim de junho (em sua grande maioria), portanto, sem estarem pressionados a comprar, e começando a avaliar ofertas de milho de segunda safra do Centro-Oeste", comenta.
“Hoje as indicações foram: R$ 60,00 CIF Santa Rosa; R$ 61,00 Três Passos e Frederico Westphalen; R$ 62,00 Marau e R$ 63,00 Arroio do Meio. Vendedor tem ofertas a 65,0/67,0 interior. Preços da pedra, em Panambi, caíram para R$ 55,00 a saca”, completa a consultoria.
Os preços mantiveram recuo do dia anterior em Santa Catarina. “Os preços do milho no estado voltaram a recuar, cera de R$ 2/saca, para R$ 61, tanto em Chapecó como em Joaçaba, pressionados pelas ofertas competitivas do milho do Centro-Oeste brasileiro. Preços de balcão também recuaram R$ 2/saca para R$ 54,00 em Chapecó, mas se mantiveram em R$ 57 em Joaçaba e Concórdia”, indica.
O Paraná teve outro dia movimentado, tanto para exportação Safrinha, como para mercado interno. “Mercado rodou bem sobre trilhos, novamente, nesta quarta-feira. Na Ferrovia soubemos de negócio de 5.000 tons a R$ 54,00, um real a menos do que o dia anterior, entrega em junho e pagamento com 30 dias. Também ouvimos rumores de mais 10 mil toneladas para julho a R$ 52, mas não conseguimos confirmar”, informa.
“Já os negócios do mercado interno foram mais fracos, com volumes bem menores, adquiridos pelas granjas nos Campos Gerais a R$ 60 CIF em Carambeí e R$ 58 em Castro, este para pagamento em 45 dias. Também ouvimos rumores de negócios no Oeste, ao redor de R$ 54/saca. Com a ausência dos compradores, quando aparece um, os vendedores se apresentam”, conclui.