De acordo com a TF Agroeconômica, mercado de milho na B3 de São Paulo fechou misto, depois da tomada de lucros da última sexta-feira. No entanto, exceto março, que fechou em queda, todos os outros meses continuam fechando em alta.
“Com isto, a cotação de março fechou em queda de R$ 0,30 no dia, a R$ 87,98; a de maio avançou R$ 0,13 no dia, para R$ 88,71 e a de julho avançou R$ 0,38 no dia, para R$ 83,73. Estamos mantendo firme nossa indicação de alta, principalmente a médio e longo prazos, mesmo com o aumento da disponibilidade nos estados do Sul, com a colheita da safra de verão e dos washouts feitos com alguns lotes de exportação do RS, que estão fazendo as cotações andarem de lado em fevereiro”, comenta.
Em Chicago, os futuros caem enquanto a demanda continua a ficar para trás. “Os futuros do milho caíram 8 cents/bushel (o que é muito, para o milho) nesta segunda-feira, apesar de algum otimismo em meio ao aumento dos preços da energia e de um impulso esperado para a economia dos EUA com a aprovação de uma vacina de dose única Covid-19. No fechamento, o contrato de março estava mudando de mãos a $ 5,492/bu, com queda de $ 0,062/bu no dia, com o contrato de maio sendo negociado a $ 5,394/bu com queda de $ 0,08/bu”, indica.
“Embora tenha parecido promissor no início do dia com os preços da energia, incluindo o petróleo WTI subindo mais uma vez, e a economia dos EUA se recuperando mais cedo do que o esperado após a aprovação de uma vacina de injeção única, a baixa demanda em meio a preços relativamente altos acabou afetando o mercado mais uma vez”, conclui.