O milho brasileiro iniciou a semana em queda na Bolsa de Chicago (CBOT) e isso, junto com a queda do dólar, arrastou as cotações na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A queda de 0,37% na cotação do dólar, somada à queda de 1,01% na cotação do milho na CBOT tiraram das Tradings as condições para melhorar o preço do cereal, algo que os vendedores começaram desejar depois das altas da semana passada. Por isto, poucas vendas foram realizadas nesta segunda-feira, não dando suporte aos Fundos e aos Traders que operam no mercado futuro de São Paulo”, comenta.
“Na B3, porém, as cotações futuras fecharam em queda no dia, mas altas no comparativo semanal: o vencimento novembro/22 fechou a R$ 87,08, queda de R$ 0,50 no dia e alta de R$ 0,41 na semana (últimos 5 pregões); janeiro/22 fechou a R$ 92,52, queda de R$ 0,71 no dia e alta de R$ 0,42 na semana e março/23 fechou a R$ 95,60, queda de R$ 0,57 no dia e alta de R$ 0,69 na semana”, completa.
A cotação de dezembro fechou em queda de 1,01% ou $ 7,0/bushel, a $ 682,75. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 0,97% ou $ 6,75 bushel a $ 689,50. “A cotação de dezembro fechou em queda de 1,01% ou $ 7,0/bushel, a $ 682,75. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em queda de 0,97% ou $ 6,75 bushel a $ 689,50”, indica.
“Desde maio passado, os operadores de fundos agrícolas liquidaram posições tanto em soja e milho – em linha com uma fase generalizada de venda de commodities por grandes fundos corporativos –, a partir de agosto começaram a adicionar “apostas de alta” no milho enquanto continuavam a se desfazer de posições compradas posições em soja”, conclui.