Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho começou a semana em alta de 0,27%, na esteira do dólar e de farm selling no Centro-Oeste, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A leve alta de 0,40% do dólar, nesta segunda-feira, aliada à quase estabilidade de Chicago entusiasmou os compradores a melhorarem os seus preços de exportação de milho no Centro-Oeste do Brasil em cerca de R$ 3/saca, aproximadamente, conseguindo, com isto, algum volume de farm selling. Estimamos em aproximadamente 100 mil tons negociadas nesta segunda-feira", comenta.
“As cotações futuras fecharam em alta no dia e em queda no comparativo semanal: o vencimento janeiro/23 fechou a R$ 88,35, alta de R$ 0,24 no dia e queda de R$ 0,57 na semana (últimos 5 pregões); março/23 fechou a R$ 92,78, alta de R$ 1,20 no dia e queda de R$ 1,24 na semana e maio/23 fechou a R$ 91,67, alta de R$ 0,98 no dia e queda de R$ 0,81 na semana”, completa.
Em Chicago a cotação de março fechou em leve queda de 0,19% ou $ 1,25/bushel a $ 652,75. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em queda de 0,15% ou $ 1,0/ bushel a $ 647,25. “Fraco relatório de inspeção de embarques nos EUA, transmitindo pessimismo do lado da demanda. O clima na América do Sul é monitorado de perto. O aumento do petróleo forneceu suporte”, indica.
“Dados semanais de inspeção do USDA mostraram que 397.585 toneladas de milho foram embarcadas para exportação durante a semana encerrada em 05/01. Isso caiu de 683k MT na semana passada e se compara a 1,023 MMT da mesma semana do ano passado. A maior parte das exportações partiu do interior, já que o México foi o principal destino”, conclui.