Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3, a queda do dólar e alta pequena em Chicago não estimularam os negócios do milho, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O recuo de 0,09% do dólar, nesta terça-feira, mesmo que com alta de 0,34% em Chicago, não permitiu melhora nos preços oferecidos pelas Tradings e, assim, não houve muitas vendas no mercado físico e isto se refletiu no mercado futuro, com queda das cotações”, comenta.
“Com isto, as cotações futuras fecharam em queda: o vencimento novembro/22 fechou a R$ 89,12, queda de R$ 0,67 no dia e de R$ 0,31 na semana (últimos 5 pregões); janeiro/22 fechou a R$ 93,43, queda de R$ 0,44 no dia e alta de R$ 0,37 na semana e março/23 fechou a R$ 96,05, queda de R$ 0,45 no dia e alta de R$ 0,06 na semana”, completa.
A cotação de dezembro fechou em leve alta de 0,34% ou $ 2,25 cents/bushel a $ 668,50. “A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em alta de 0,41% ou $ 2,75/bushel a $ 673,50”, indica a consultoria nesta manhã de quarta-feira.
“Progresso na colheita abaixo do esperado nos EUA deu suporte aos preços. A colheita teria avançado mais de 12% da área segundo dados do USDA, contra 13% descontados pelos analistas. Recuperação de trigo e óleo transmitiu firmeza. A Coreia do Sul tem encomendado milho para alimentação internacional, com a MFG buscando 140k MT para seguir uma reserva de 68k MT SoAm pelo Feed Leaders Committee da Coréia do Sul e uma compra de origem opcional de 135k MT do NOFI da Coréia do Sul”, comenta a consultoria TF Agroeconômica, neste meio de semana na Região Sul.