Milho deve subir em futuro próximo: CONFIRA
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Imagem: Marcel Oliveira
TENDÊNCIA

Milho deve subir em futuro próximo: CONFIRA

O preço do milho importado voltou a ser mais caro do que o produto local, como mostra o gráfico abaixo
Por: -Leonardo Gottems

A tendência do milho para novembro e dezembro deve ser de leve alta para o brasil, para depois voltar a cair em janeiro, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Daqui para frente os preços do milho devem, primeiro, passar por um período de acomodação, porque os compradores estão abastecidos e fora de mercado e os vendedores estão capitalizados e também fora de mercado para os preços atuais, mas, mais entre a segunda quinzena de novembro e a segunda quinzena de dezembro poderão subir levemente (para R$ 90-91,00/00, sem voltar aos R$ 100,00/saca, porém), diante da redução dos estoques e antes da entrada da safra de verão”, informa. 

Mais especificamente, a partir  de  segunda  semana  de  janeiro,  no  entanto,  quando começa a ganhar volume a colheita de milho no Rio Grande do Sul e no Paraná, a tendência dos preços da safra de verão será de queda para os preços que são hoje oferecidos ao redor de R$ 85,00 em janeiro e R$ 80,00 em fevereiro. “Portanto, os preços oferecidos  hoje para estes ainda estão levemente superiores e aconselhamos que sejam aproveitados. Por outro lado, com por problemas que o milho encontra na Argentina e com a alta do dólar, os preços do milho importado tendem a permanecer fora de qualquer competição no Brasil”, completa. 

Neste momento, a consultoria informa que, finalmente, o preço do milho importado voltou a ser mais caro do que o produto local, como mostra o gráfico abaixo. “O mercado de commodities é um mercado de vasos comunicantes: quando falta mercadoria em um lugar, busca-se em  outro  e  foi  isto  que  aconteceu  e  que  muitos  produtores  não  entenderam.  Pensaram  erradamente  que  eles seriam os  únicos fornecedores e  que o  mercado pagaria o  preço que eles quisessem. Nâo é assim  em nenhuma parte do mundo”, conclui. 


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