No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul a lentidão ainda é vista, de acirdi com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Em conversar com correspondentes de cooperativas e cerealistas no dia de hoje, estabelecemos o consenso de 57% no avanço do plantio no Estado, onde o limite inferior das opiniões é de 53%, e o superior de 61%”, comenta.
“A opinião de nossos colaboradores é muito próxima à estimativa da Emater/RS, que apontou na última quinta-feira a marca de 55% de área plantada. Nada de novo no que diz respeito à comercialização hoje no estado, onde compradores apontados estarão abastecidos até pelo menos a primeira quinzena de outubro. As cotações se mantêm ao longo da semana, em que hoje as indicações das indústrias foram de R$ 58,00 CIF Fábricas, na grande maioria de locais, e contra ofertas que começam a R$ 61,00 interior”, completa.
Santa Catarina tem vendas pontuais no porto. “Nesta terça-feira, um clima mais ameno nas negociações, em que produtores quase não dispuseram de lotes para venda. Em Campos Novos, Joaçaba, Videira e Erechim, indicou-se por R$ 60,00 a saca; e em Videira e Papanduva o preço foi de R$ 59,50. Em um negócio pontual, 2 mil toneladas foram vendidas a R$ 61,00 na entrega outubro, na exportação em São Francisco do Sul”, indica.
O Paraná registrou volumes comercializados no porto. “Fábricas tentam acompanhar o movimento exportador, que hoje chegou a pagar R$ 1,00 a mais, e acrescem R$ 0,50 nas indicações interior. Na exportação, compradores aproveitam o dólar nas primeiras horas, para logo após voltarem a ceder. Indicações no interior CIF de R$ 50,50 no sudoeste; R$ 51,00 em Londrina, Pato Branco e Maringá; R$ 53,00 em Ponta Grossa; R$ 51,00 em Cascavel e R$ 50,00 em Toledo. No porto, cerca de 10 mil toneladas rodaram a R$ 63,00 na entrega novembro, com pagamento para o final do mesmo mês”, conclui.