Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, o milho encerrou a semana com cotações mistas, na comparação semanal o movimento é de queda, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações de milho apresentaram baixas de até -0,26% nesta sexta feira, com novos anúncios sobre o percentual colhido, principalmente nos estados do centro-oeste. Alguns vencimentos, porém, fecharam em leve alta”, comenta.
“Para algumas agências, a safra encontra-se ao redor de 81% colhida neste momento, o que significa um atraso em relação à safra passada, que foi de 87,4% para a mesma época; porém, onde se tem uma projeção de mais milho, recompensando assim a oferta em eventuais atrasos”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam fechamentos mistos. “O vencimento setembro/23 fechou a R$ 54,19, alta de R$ 0,08 no dia e baixa de R$ -0,14 na semana; o vencimento de novembro/23 foi de R$ 57,29, baixa de R$ -0,18 no dia, baixa de R$ -0,50 na semana; janeiro/23 fechou a R$ 61,33, baixa de R$ -0,11 no dia, baixa de R$ - 0,29 na semana”, indica.
Em Chicago o mercado se comportou de maneira parecida. “A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,32 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 470,75. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,05 % ou $ - 0,25 cents/bushel a $ 488,00. O milho negociado em Chicago fechou o dia de forma mista, mas muito próximo da estabilidade. Já o fechamento semanal foi negativo. As perdas viram da pressão exercida pela grande disponibilidade do grão brasileiro, que pode bater em agosto os seu recorde de exportação para o milho”, conclui.