No mercado brasileiro de milho exportação, os prêmios estão subindo incrivelmente rápido, com valores maiores para final do ano, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os prêmios permaneceram a $ 61 julho23; recuaram $ 3 cents/bushel para $80 para agosto; permaneceram a $ 80 setembro; subiram $ 10 cents para $ 90 para outubro e outros $ 13 cents para $ 95 cents para novembro”, comenta.
“Os prêmios no Brasil estão evoluindo de forma incrivelmente rápida, sinal de que a demanda internacional está realmente se voltando para o Brasil. Contudo, percebemos que os prêmios estão invertidos, isto é, os valores maiores são aplicados aos meses mais distantes, devido a problemas logísticos nos portos a curto prazo”, completa.
No Paraguai os agricultores querem entregar o que foi vendido, antes de fazer vendas novas. “As cotações ganharam terreno durante o dia, assim como as bases tiveram uma pequena melhora, mas ambas juntas não foram suficientes para superar as perdas recentes e o cereal voltou a funcionar com máximas de 165,00 U$D/MT FAS Assunção em algumas horas do dia, mas terminando abaixo disso. A indústria local melhorou um pouco suas ideias e conseguiu fechar alguns negócios pontuais. De qualquer forma, em termos gerais, com o clima atual, os vendedores estão focados em cumprir os compromissos assumidos anteriormente, garantindo a qualidade, para depois sair com novas vendas”, indica.
“Aproximadamente 1,4% ou o equivalente a pouco menos de 12.000 hectares de milho safrinha, safra 23/24 estão colhidos, dos 850.000 cultivados nesta temporada no país. Devido ao tempo chuvoso de sábado, dia 8, a quarta-feira, dia 12, mas com garoa na quinta-feira, dia 13, o avanço semanal no trabalho de coleta foi insignificante, com apenas 7 mil hectares, o que equivale a 0,8 pontos percentuais acima de 0,6% ou pouco menos de 4.000 hectares até quinta-feira, 6 de julho. A colheita do milho safrinha paraguaio em 13 de julho de 2023 é a mais atrasada em onze anos”, conclui.