Milho exportação: vendedores ficam de fora
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Imagem: Nadia Borges
MERCADO EXTERNO

Milho exportação: vendedores ficam de fora

Em relação ao milho paraguaio, os preços subiram, mas há entraves para os negócios
Por: -Leonardo Gottems

Com forte queda do dólar, os vendedores de milho brasileiros ficaram de fora do mercado de exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “Os preços FOB do milho brasileiro em Santos/Tubarão fecharam: agosto e setembro não foram cotados; outubro manteve US$ 298, novembro caiu para US$ 268 e dezembro para US$ 270/tonelada. Para embarques em Barcarena e Itaqui-MA, outubro foi cotado a US$ 261/t”, comenta.

“As exportações de milho do Brasil devem alcançar 6,09 milhões de toneladas em julho, estimou nesta terça-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), com uma elevação ante os 5,9 milhões projetados na semana anterior”, completa.

Em relação ao milho paraguaio, os preços subiram, mas há entraves para os negócios. “Boa reação de preços durante o dia, levando a uma melhora nos preços no mercado FAS, mas não consecutivamente para um volume interessante de negócios. Observando o movimento, a grande maioria dos vendedores ajustou posições, assim como a maior agressividade de alguns no campo, dificultaram a originação. Da mesma forma, foram reportados negócios específicos, mas concentrados principalmente na indústria local, que acompanhou a melhora de preços, e permite maior flexibilidade na qualidade do produto, que, como sabemos, vem apresentando problemas em várias regiões”, indica.

No milho argentino, quedas dos prêmios fizeram os preços FOB recuarem nesta quarta-feira. “Os preços do milho argentino que utilizam navios Handysize nos portos do UpRiver recuaram para os embarques de agosto para o equivalente a US$ 250/t e para os embarques de setembro, para US$ 251/t. Outubro recuou para US$ 255/t, novembro a US$ 257 e dezembro a US$ 259/t. Safra nova, abril não foi cotada.Para os embarques em navios Panamax, nos portos oceânicos de Bahia Blanca e Necochea, agosto não foi cotado; setembro foi cotado a US$ 262, outubro a US$ 261, novembro a US$ 263 e dezembro a US$ 265/tonelada”, conclui.


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