O milho fechou em alta consolidada no dia e na semana na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), seguindo Chicago e dólar alto, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A alta de 0,98% da cotação do milho em Chicago, somada à forte alta de 1,26% do dólar, nesta segunda-feira, permitiram às Tradings melhorar os preços oferecidos aos produtores no interior e bons volumes foram negociados”, comenta.
“Assim, as cotações futuras fecharam em alta no dia e em no comparativo semanal: o vencimento janeiro/23 fechou a R$ 88,13 alta de R$ 0,93 no dia e de R$ 0,88 na semana (últimos 5 pregões); março/23/22 fechou a R$ 91,57, alta de R$ 0,83 no dia e de R$ 1,22 na semana e maio/23 fechou a R$ 91,31, alta de R$ 1,36 no dia e de R$ 1,31 na semana”, completa a consultoria.
Em Chicago a cotação de dezembro fechou em alta de 0,98% ou $ 6,25/bushel, a $ 641,0. A cotação para março 2023, início da nossa safra de verão, fechou em alta de 1,67% ou $ 10,75/ bushel a $ 654,75. “Alta do petróleo, alta do trigo, ataques de drones russos ao principal porto ucraniano de embarques de Milho, Odessa e notícias de que o milho do RS atravessa tempo quente e seco, correndo risco sério de quebra”, indica.
“O relatório de inspeções semanais do USDA mostrou que 505 mil toneladas de milho foram exportadas durante a semana encerrada em 08/12. Isso caiu de 824k MT na semana passada e foi 46% abaixo da mesma semana do ano passado. O USDA também adicionou 300 mil MT de exportações atrasadas aos relatórios anteriores, elevando o total para 7.147 MMT. Isso ainda é uma queda de 3,2 MMT ano/ano”, conclui.