O milho fechou em alta de 0,27% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) com tomada de lucros, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “Depois de queda de 1,75% nos últimos dias, os investidores resolveram tomar lucro e recompraram contratos vendidos anteriormente, em diversos níveis. Mas, os fechamentos desta quinta-feira ainda não superaram as cotações de uma semana atrás”, comenta.
“Foram ajudados por uma leve retomada das compras pelos consumidores nacionais, que precisam refazer estoques, uma vez que a produção de carnes no país continua em bom ritmo. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta: o vencimento março/23 fechou a R$ 87,20, alta de R$ 0,24 no dia e queda de R$ 1,12 na semana; maio/23 fechou a R$ 87,32, alta de R$ 0,07 no dia e queda de R$ 1,54 na semana; o vencimento de julho foi de R$ 85,81, queda de R$ 0,90 no dia e de R$ 2,03 na semana”, completa.
Em Chicago o milho fechou em leve baixa, pressionado pelos dados fracos de exportação. “A cotação de março fechou em baixa de -0,43% ou $ -2,75/bushel a $ 637,75 A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,28% ou $ - 1,75 bushel a $ 624,00”, indica.
“Os futuros do milho reverteram os ganhos iniciais e fecharam em leve baixa, pressionados por dados semanais de exportação de milho próximas à expectativa mais baixa do mercado. A queda foi limitada pela expectativa de que os preços mais baixos atraiam compradores. Também contribuíram para a baixa o clima quente na Argentina e os atrasos no plantio de milho Safrinha no Brasil”, conclui.