Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), o milho fechou em baixa acompanhando queda do dólar e Chicago, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os contratos de milho na BMF fecharam em baixa nesta segunda-feira. A queda em Chicago e do dólar refletiram sobre a cotação da B3 na primeira sessão da semana”, comenta.
“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa: o vencimento de novembro/23 foi de R$ 60,03, baixa de R$ -0,61 no dia, baixa de R$ -0,52 na semana; janeiro/24 fechou a R$ 64,05 baixa de R$ -0,63 no dia, baixa de R$ -0,43 na semana; o vencimento março/24 fechou a R$ 68,09, baixa de R$ - 0,36 no dia e alta de R$ 0,50 na semana”, completa.
Em Chicago o milho fechou em baixa com fraca demanda interna e externa pelo milho norte-americano. “A cotação para dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -1,06 % ou $ -5,25 cents/bushel a $ 490,25. A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,98 % ou $ -5,00 cents/bushel a $ 504,00”, indica.
“O milho negociado em Chicago fechou em baixa nessa segunda-feira. Preocupações com a demanda pelo cereal dos EUA foram o fator baixista para os preços na CBOT. Segundo o USDA, 437.549 toneladas de milho foram inspecionadas para embarque em portos do país na semana até 19 de outubro, queda de 6,23% ante a semana anterior. Chuvas nas Argentina e perspectivas de melhora no clima no Brasil também pesaram sobre a cotação”, informa.
“O USDA informou, no final da tarde dessa segunda-feira, que a colheita nos 18 estados listados alcançou 59% da área plantada, ante 45% da semana anterior,59% do ano passado
e acima dos 54% da média histórica. O Departamento não está mais divulgando as condições das lavouras, visto o adiantado da colheita”, conclui.