Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) o milho fechou em leve alta de 0,09%, na contramão de Chicago e do dólar, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações de milho fecharam em levíssima alta, de apenas 0,09% nesta terça-feira, na contramão do dólar (que fechou em queda de 0,08%) e de Chicago (que fechou em queda de 0,77% para o primeiro mês cotado)”, comenta.
“A explicação seria uma nova tomada de lucros apressada, depois de duas quedas seguidas nas últimas duas sessões. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista: o vencimento julho/23 fechou a R$ 53,23, alta de R$ 0,05 no dia e alta de R$ 0,27 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 57,63, baixa de R$ -0,32 no dia e alta de R$ 0,52 na semana; novembro/23 fechou a R$ 60,12, baixa de R$ -0,07 no dia e alta de R$ 0,36 na semana”, completa.
Em Chicago o milho fechou em alta com deterioração das lavouras norte-americanas. “A cotação para julho23, início da nossa safra de inverno, fechou em baixa de -b 0,70% ou $ -4,75 cents/bushel a $ 612,50. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,36% ou $ 2,00 cents/bushel a $ 5 51,25”, indica.
“O milho em Chicago fechou em alta para as posições futuras, com baixa apenas no primeiro mês cotado. Tirando o ajuste de preço da primeira posição, após a forte alta do dia anterior, o milho manteve a tendência de alta com a deterioração das lavouras informadas pelo USDA, após o fechamento da sessão de segunda-feira. O mercado já esperava essa piora e em conjunto com o clima seco americano adicionou o “prêmio climático” ao cereal”, conclui.