Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) Milho fecha em levíssima alta, por tomada de lucros, enquanto a alta de Chicago ajudou, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Depois de duas sessões de baixa, com desvalorização de 3,25%, uma excelente rentabilidade, os investidores tomaram lucros, que é de sua natureza”, comenta.
“A alta de 1,76% do milho em Chicago suplantou a queda de 0,37% do dólar, dando condições a que alguns negócios de exportação ocorressem, em sintonia com os movimentos do mercado externo nos últimos dias. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em alta: o vencimento julho/23 fechou a R$ 52,96, alta de R$ 0,05 no dia e baixa de R$ -2,62 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 57,11, alta de R$ 0,08 no dia e baixa de R$ -1,67 na semana; novembro/23 fechou a R$ 59,76, alta de R$ 0,14 no dia e baixa de R$ -1,19 na semana”, completa.
Em Chicago o milho fechou em alta devido a piora nas condições das lavouras norte-americanas. “A cotação para julho23, início da nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,76% ou $ 10,50 cents/bushel a $ 608,00. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,74% ou $ 4,00 cents/bushel a $ 5 41,00”, indica.
“O milho em Chicago fechou em alta nesse terça-feira. O cereal devolveu parte das perdas do dia anterior após a piora nas condições das lavouras. O USDA informou na segunda-feira, após do fechamento da sessão, que 64% das lavouras estavam em boas ou excelentes condições, ante 69% da semana anterior e 73% do ano anterior. Essa piora de 5% refletiu nas cotações que voltaram a subir”, conclui.