Milho para exportação não teve vendedores
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Imagem: Eliza Maliszewski
MERCADO INTERNACIONAL

Milho para exportação não teve vendedores

Enquanto isso, o milho argentino teve dia de muitas cotações e alta nos prêmios, elevando os preços finais
Por: -Leonardo Gottems

O milho brasileiro para exportação encerrou a semana sem vendedores, com receio do custo do frete, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os preços sofreram a queda das cotações de Chicago e os prêmios, ao contrário dos prêmios argentinos, que subiram, permaneceram inalterados no Brasil”, comenta.

“Convertidos em reais/tonelada e fechando o dólar na cotação de hoje, os preços para os próximos meses equivaleriam aproximadamente ao seguinte: Julho a R$ 89,46/saca; agosto a R$ 95,02/saca; setembro a R$ 95,02/saca, outubro a R$ 95,90, novembro a R$ 96,48 e março de 2023 a R$ 86,83. As Tradings não estão comprando mercadoria FOB, somente CIF nos portos de embarque, com receio da cotação do frete futura, que ninguém sabe qual vai ser. Este é o maior empecilho dos negócios para 2023”, completa.

Enquanto isso, o milho argentino teve dia de muitas cotações e alta nos prêmios, elevando os preços finais. “O mercado FOB de milho argentino ficou um pouco mais agitado, nesta sexta-feira, com elevação de prêmios. Para navios Handysize a cotação de junho ficou em US$ 314/t e, para julho, subiu US$ 6/t para US$ 314/t. Para agosto a cotação ficou em US$ 306 e setembro em US$304. Para safra nova, em março23, o preço aproximado seria equivalente a US$ 301/t”, indica.

O milho paraguaio teve leve queda nos valores internos e o Brasil se manteve estável o que não gerou ofertas. “Embora o cereal tenha sido negociado com certa estabilidade em seus preços, alguns compradores FAS optaram por corrigir levemente suas ideias, possivelmente devido à ausência de ofertas próximas neste momento. O mercado brasileiro funcionou da mesma forma, com alguns players mantendo ideias estáveis enquanto outros corrigindo suas ideias, mesmo com a forte desvalorização do dólar frente ao real, que em tese deveria favorecer as importações do país vizinho”, conclui.


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