O milho fechou praticamente estável na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), em um dia de poucos negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os vencimentos de milho fecharam praticamente na estabilidade de hoje, em que dentre os principais contratos, houveram aqueles que apresentaram pequenas quedas, e ainda outros com altas tímidas”, comenta.
“Analistas avaliam que houve um certo equilíbrio no mercado de oferta e de demanda, e que a ausência de notícias, assim como o movimento fraco de negociação nas praças – no caso do Brasil – fizeram com que as cotações se mantivessem praticamente no zero a zero durante a sessão de negócios”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista. “O vencimento setembro/23 fechou a R$ 53,47, baixa de R$ -0,36 no dia e baixa de R$ -1,48 na semana; o vencimento de novembro/23 foi de R$ 57,31, alta de R$ 0,25 no dia, baixa de R$ -1,63 na semana; janeiro/23 fechou a R$ 61,17, baixa de R$ 0,25 no dia, baixa de R$ -1,42 na semana”, indica.
Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em baixa com o início da colheita nos EUA. “A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,32 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 462,50. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,36 % ou $ -1,75 cents/bushel a $ 480,50. Com o inicio da colheita nos EUA, a pressão sazonal começa a aumentar sobre o cereal. Os dados que
chegam ainda não dão uma clareza do rendimento e volume real da safra, mas já demonstram que a oferta vai ser vasta como o esperado”, conclui.