A pressão da safra segue atingindo os preços do milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo a TF Agroeconômica. “Embora Chicago tenha tido nova alta de 0,87% no dia, a cotação do dólar recuou 0,04% no dia e não permitiu que os níveis de preço do mercado físico entusiasmassem os vendedores, que continuam retraídos”, comenta.
“A forte pressão da grande oferta de milho Safrinha, principalmente do Centro-Oeste do país, inclusive sobre as cotações dos dois principais estados compradores do sul manteve os preços em queda. Com isto, os investidores do mercado futuro da B3 também se sentiram estimulados a continuar a realização de lucros das pequenas altas havidas na semana e as cotações começaram a semana em queda”, completa.
Com isto, as cotações futuras fecharam em queda, tanto no dia como na semana. “O vencimento setembro/22 fechou a R$ 84,38, queda de R$ 0,88 no dia e de R$ 3,14 na semana (últimos 5 pregões); já novembro/22 fechou a R$ 87,34, queda de R$ 1,37 no dia e de R$ 3,30 na semana e janeiro/23 fechou a R$ 90,60, queda de R$ 1,89 no dia e de R$ 2,24 na semana”, indica.
“O Brasil exportou na primeira quinzena de agosto 128,54 toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada, com média diária de 8.569 toneladas, de acordo com dados preliminares da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério da Economia. Este volume é 3,8% maior do que o verificado em igual mês do ano passado, quando a média foi de 8.255 toneladas por dia. O faturamento no período foi de US$ 804,08 milhões”, conclui a consultoria agroeconômica, no encerramento da última semana.