Na Bolsa de Mercadorias de São Paulo, o milho continua recuando em direção aos preços de exportação do segundo semestre, R$ 11/saca abaixo, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “A forte queda de mais 1,50% das cotações do milho no mercado futuro de São Paulo indicam que as indicações continuam cedendo fortemente, em direção aos níveis já oferecidos pelas Tradings para o segundo semestre, ainda cerca de R$ 11/saca abaixo da cotação do mês presente da B3, ou queda de 17,36%, que é o espaço de baixa que vislumbramos para estas cotações”, comenta.
“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa: o vencimento maio/23 fechou a R$ 66,72, baixa de R$ -2,26 no dia e baixa de R$ -6,63 na semana; julho/23 fechou a R$ 66,63, baixa de R$ -1,98 no dia e baixa de R$ -7,71 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 67,61, baixa de R$ -2,35 no dia e baixa de R$ -6,92 na semana”, completa.
Em Chicago o milho fechou em baixa com dados de exportação. “A cotação de maio fechou em baixa de -1,26% ou $ -8,50/bushel a $ 663,75. A cotação para julho 2023, início da nossa safra de inverno, fechou em baixa de -1,65% ou $ -10,50 bushel a $ 626,50”, indica.
“O milho fechou em queda nessa quinta-feira com as vendas externas próximas do mínimo esperado pelo mercado. O volume representa queda de 41% ante a semana anterior e de 79% em relação à média das quatro semanas anteriores. Colaborou para o fechamento negativo os dados do Conselho Internacional de Grãos, que manteve a produção global do grão, reduziu o consumo e aumentou o estoque final”, conclui.