O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul subiu R$ 1/saca na origem e R$ 2/saca nos destinos, de acordo com a TF Agroeconômica. “Mercado de milho local, no diferido, segue de lado. Mas devido a lentidão da colheita no Centro Oeste, olhando alguma oferta pontual local para dar mais conforto”, comenta.
“No porto, indicações de R$ 65,40 sobre rodas, para milho futuro entrega fevereiro/24 e pagamento Março/24. Hoje as indicações das indústrias subiram R$ 1/saca na origem e R$ 2/saca nos destinos: R$ 60,00 CIF Santa Rosa; R$ 58,00 Três Passos; R$ 60,00 Frederico Westphalen; R$ 58,00 Marau; R$ 59,00 Arroio do Meio. Preços da pedra, em Panambi, mantiveram-se em R$ 51,00 a saca”, completa.
O mercado continua interessado em Santa Catarina, mas preços continuam estáveis. “Havia indicações de compra de milho CIF Joaçaba, Lacerdópolis, Chapecó, Mondaí e Campos Novos, em SC, a R$ 58 preço final com ICMS de 8,4%, podendo ser até 12% com redução sobre o preço final, entrega 01/08-15/9 pagamento 5 dias de cada 300 tons entregues. Já em Maravilha, Pinhalzinho e Quilombo o preço era de R$ 56,00 final nas mesmas condições, inclusive de entrega e pagamento. Preços de balcão se mantiveram em R$ 56,00 em Chapecó, subiram também R$ 2/saca para R$ 55 em Joaçaba e Concórdia e permaneceram inalterados em R$ 54/saca em Campos Novos”, indica.
Dois negócios no Paraná, um para indústria, outro no porto. “Hoje vimos dois negócios: nos Campos Gerais indústria comprando de cerealista 1.000 tons, a R$ 48 CIF, entrega imediata. Para exportação, cerealista vendeu para Trading 3.000 tons a R$ 59 CIF Paranaguá, entrega julho pagamento 15.8. A primeira safra foi estimada em 3,80 milhões de toneladas, em comparação com 3,83 milhões de toneladas previstas um mês antes. A projeção para a segunda safra de milho caiu de 14,13 milhões para 13,80 milhões de toneladas”, conclui.