O milho registrou leves perdas nesta terça-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), mas o dólar e exportações auxiliam na estabilidade, de acordo com ifnormações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os contratos de milho fecharam em campo levemente negativo nesta terça- feira, em função dos novos números divulgados pela Secex em relação à exportação brasileira, e à alta do dólar”, comenta.
“De acordo com a Secex, o Brasil já exportou 2,7% a mais do que em 2022, onde passou de cerca de 6,42 milhões de toneladas para 6,6 milhões – isso com uma semana de antecedência para o final de setembro. O ritmo deve se manter em outubro, já que para o mês, já há cerca de 6,0 milhões de toneladas em compromisso realizado pelas tradings. Para alguns analistas, o mês de setembro deve se encerrar com o Brasil exportando algo em torno de 9,0 milhões de toneladas”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa. “O vencimento de novembro/23 foi de R$ 57,82, baixa de R$ -0,18 no dia, alta de R$ 0,73 na semana; janeiro/24 fechou a R$ 61,84, baixa de R$ -0,13 no dia, alta de R$ 0,93 na semana; o vencimento março/24 fechou a R$ 65,55, baixa de R$ -0,19 no dia e alta de R$ 0,52 na semana”, indica.
Em Chicago o milho fechou em baixa com avanço da colheita acima da média nos EUA. “A cotação para dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,36 % ou $ -1,50 cents/bushel a $ 479,50. A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em baixa de -0,25 % ou $ -1,25 cents/bushel a $ 494,50. O milho negociado
em Chicago fechou em baixa nessa terça-feira. Os dados divulgados pelo USDA, sobre as condições das lavouras e andamento da colheita nos EUA, pressionaram a cotação do cereal”, conclui