O mercado de milho voltou a cair e os principais vencimentos apresentam recuo de até -0,93% na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado físico segue pouco movimentado nas diversas praças do país, onde há uma lentidão no ambiente de negócios”, comenta.
“Poucas notícias relacionadas ao milho movimentaram o dia, mas permaneceram os fundamentos trazidos pelo início da semana, em especial em relação a bons avanços de colheita e plantio em todo o Brasil, conforme divulgou a Conab. Quadro de chuvas normal no centro oeste, com precipitações estipuladas entre 15 a 35mm no estado do MT”, completa.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa. “O vencimento de março/24 foi de R$ 60,22, apresentando baixa de R$ 0,06 no dia, baixa de R$ 3,85 na semana; maio/24 fechou a R$ 56,31 baixa de R$ 0,61 no dia, baixa de R$7,70 na semana; o vencimento julho/24 fechou a R$ 56,85 baixa de R$ 0,62 no dia e baixa de R$ 6,95 na semana”, indica.
Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com recompra técnica pelo quarto dia consecutivo, mas o mês foi negativo. “A cotação de março24, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 0,60 % ou $ 2,50 cents/bushel a $ 415,75. A cotação para maio24, fechou em alta de 0,23 % ou $ 1,00 cents/bushel a $ 429,50”, informa.
“O cereal emendou a quarta alta consecutiva. Fundos de Investimentos continuam reduzindo sua forte posição líquida vendida em milho, mas de forma moderada. No entanto, mesmo com esta recuperação na reta final, o milho fechou o acumulado de fevereiro em baixa de -7,32%”, conclui.