Ministério da Agricultura leiloará contratos de opção para 800 mil toneladas de milho este mês


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Ministério da Agricultura leiloará contratos de opção para 800 mil toneladas de milho este mês

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está programando para este mês dois novos leilões de contratos de opção de venda de milho para um total de 800 mil toneladas. O primeiro, de 400 mil toneladas, será na próxima sexta-feira (16/05), com exercício no dia 15 de agosto. O segundo, de igual volume, acontecerá no dia 23 de maio, com exercício em setembro.

No dia 16, haverá também leilão de 150 mil toneladas de sorgo. Os pregões serão realizados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). De acordo com o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ivan Wedekin, o lançamento das opções é uma indicação de que o governo estará no mercado, pelo menos nas próximas duas semanas para apoiar a comercialização. O uso do mecanismo também é uma sinalização ao produtor para que ele mantenha sua atividade e assegure o abastecimento na próxima safra.

Os preços fixados são os seguintes: para o leilão de milho do dia 16 de maio, R$ 18,80 a saca nas praças do Paraná, São Paulo e Minas Gerais; R$ 17,30 no Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal; e R$ 14,60 no Mato Grosso. Para o sorgo, foram estabelecidos os valores de R$ 13,20 no Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Ceará e Pernambuco; R$ 12,10 no Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal; e R$ 10,20 no Mato Grosso. Wedekin explicou que o exercício das opções poderá ser antecipado para os meses de maio, junho e julho, com deságio de R$ 0,30 a cada mês.

Além dos contratos de opção de milho e sorgo, o governo realizará, na quinta-feira (15/05), leilão de repasse de 25 mil toneladas de milho nas regiões Norte e Nordeste e 5 mil toneladas no Espírito Santo. O governo iniciou os leilões de contrato de opção de venda de milho e sorgo em março deste ano. Até agora, foram realizados quatro leilões e o governo negociou 726,3 mil toneladas. Ivan Wedekin reafirmou que o governo só tem duas maneiras de formar estoques: comprando pelo preço mínimo ou revertendo esses contratos de opção em aquisições, se for do interesse do produtor.

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