Ministério da Agricultura prorroga estado de emergência contra helicoverpa em Mato Grosso por mais um ano

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Ministério da Agricultura prorroga estado de emergência contra helicoverpa em Mato Grosso por mais um ano

Mato Grosso foi reconhecido como Estado em situação de emergência fitossanitária quanto à helicoverpa armigera
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Mato Grosso foi reconhecido como Estado em situação de emergência fitossanitária quanto à helicoverpa armigera

O estado de emergência fitossanitária relativo ao risco de surto de lagarta Helicoverpa armigera em Mato Grosso foi prorrogado para mais um ano. A medida dá acesso legal aos produtores a produtos como o benzoato de emamectina. Mato Grosso sofre com a presença da lagarta há pelos menos duas safras nas lavouras de soja e algodão.

Conforme Portaria nº 273, publicada no Diário Oficial da União (DOU) que circulou no dia 23 de dezembro, a vigência do estado de emergência fitossanitária "fica prorrogado por 1 (um) ano, a contar de 15 de janeiro de 2017".

Mato Grosso foi reconhecido como Estado em situação de emergência fitossanitária quanto à helicoverpa armigera em novembro de 2013, através da Portaria nº 1.130. E, em 13 de janeiro de 2014, por meio da Portaria nº 32, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou estado de emergência fitossanitária ao intensivo ataque da praga Helicoverpa armigera para implementação do plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais.

O estado de emergência permite aos produtores a adoção de medidas excepcionais de combate à praga. Uma das medidas permitidas com a vigência da emergências fitossanitária é o acesso legal a produtos como o benzoato de emamectina, que no Brasil não está definitivamente liberado para uso.

No mês de outubro de 2016, a Justiça liberou para os produtores de soja e algodão de Mato Grosso o uso, transporte, comercialização e armazenagem do benzoato e emamectina. A liberação por parte da Justiça é decorrente a ação impetrada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT) e a União para proibir o uso e a comercialização do defensivo, levando o setor produtor e a União desde então a uma sucessão de recursos para derrubar tal proibição.

O defensivo é utilizado para o combate de pragas nas duas culturas, mais precisamente a lagarta Helicoverpa armigera, cujo ataque nas duas últimas safras levou ao estado decretar emergência fitossanitária.

 

 


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