Missão comercial da Guyana inglesa vê pesquisa com soja em Roraima
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Agronegócio

Missão comercial da Guyana inglesa vê pesquisa com soja em Roraima

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A estrutura de pesquisa com soja da Embrapa Roraima, foi mostrada nesta quarta-feira (31-03), no auditório da Unidade, para um grupo de 15 empresários da República Cooperativa da Guyana. Eles assistiram durante duas horas uma palestra do pesquisador Vicente Gianluppi, que mostrou os estudos que vêm sendo desenvolvidos há 22 anos, e os avanços tecnológicos obtidos.

A Unidade tem hoje um portfólio de 15 cultivares de soja selecionadas e recomendadas. O destaque é para as cultivares Tracajá, Sambaíba, Boa Vista e Nova Fronteira, que têm em média uma produtividade superior a 3 toneladas por hectare.

O grupo, coordenado pelo cônsul da Guyana em Boa Vista, Paulo do Vale Pereira Filho, pertence à Câmara de Comércio de Linden, a capital da região 10 daquele país. Com o lema “Em direção ao crescimento de Linden”, os empresários estão em Roraima divulgando as potencialidades da Guyana inglesa e abrindo o país para investimentos, principalmente ao setor agrícola, já que possui uma grande área de savanas.

A República Cooperativa da Guyana, que tem cerca de 800 mil habitantes e fica na fronteira com Roraima, produz pouco, segundo o cônsul Paulo do Vale Pereira Filho. “O país é abastecido pelos Estados Unidos. Compramos produtos brasileiros, mas não diretamente do Brasil. Nós queremos abrir o comércio para os brasileiros. Por isso, iniciamos esse trabalho de divulgação das nossas potencialidades”, disse.

Oportunidades

A cidade de Linden, de acordo com um documento dessa missão comercial ao Brasil, tem hoje uma população de aproximadamente 30 mil habitantes e é situada às margens do rio Demerara, a 65 milhas de Georgetown, a capital da Guyana.

Linden possui cinco portos, onde só é permitido a circulação de navios com até 19 pés de calagem e carga de 12 mil toneladas. Nos portos de Georgetown circulam navios com 22 pés. A cinco milhas de Linden existe uma pista de pouso com 1.341 metros de cumprimento e 40 metros de largura.

A Guyana inglesa oferece, como oportunidade de investimentos, a instalação e operação de serrarias, marcenarias, processadora de alimentos ( peixe, carnes, frutas e vegetais ), depósitos de cargas portuárias; e construção de um complexo para escritórios. São oferecidos também a expansão de uma fazenda avícola com produção de vegetais e de verduras; e de um centro comercial e de carpintarias.


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