MP fla­gra cri­me sa­ni­tá­rio em aba­te­dou­ro de Ron­ca­dor/PR

Agronegócio

MP fla­gra cri­me sa­ni­tá­rio em aba­te­dou­ro de Ron­ca­dor/PR

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Di­ver­sas ir­re­gu­la­ri­da­des, en­tre ­elas, cruel­da­de con­tra ani­mais e frau­de no uso de si­nal pú­bli­co fo­ram cons­ta­ta­das no aba­te­dou­ro mu­ni­ci­pal de Ron­ca­dor (100 km ao sul de Cam­po Mou­rão) du­ran­te ins­pe­ção rea­li­za­da na ma­nhã de on­tem. A ­ação, que de­ve cul­mi­nar na in­ter­di­ção do es­ta­be­le­ci­men­to nes­sa se­ma­na, foi rea­li­za­da na ma­nhã de on­tem pe­la Pro­mo­to­ria de Jus­ti­ça de Ire­ta­ma, que aten­de o mu­ni­cí­pio, com ­apoio téc­ni­co de fis­cais da Se­cre­ta­ria da Agri­cul­tu­ra e do Abas­te­ci­men­to do Pa­ra­ná (­Seab). O ge­ren­te do aba­te­dou­ro foi pre­so em fla­gran­te e en­ca­mi­nha­do à De­le­ga­cia de Po­lí­cia Ci­vil de Ire­ta­ma.

  De acor­do com o pro­mo­tor An­dré Del Gros­si As­sump­ção, a vis­to­ria faz par­te de um tra­ba­lho ini­cia­do na úl­ti­ma sex­ta-fei­ra quan­do o mes­mo gru­po de téc­ni­cos foi até o aba­te­dou­ro de Ire­ta­ma, mas não fla­grou ne­nhu­ma ir­re­gu­la­ri­da­de. ‘‘Iden­ti­fi­ca­mos fal­ta de hi­gie­ne, de­pó­si­to ina­de­qua­do de pro­du­tos e re­sí­duos, pre­sen­ça de ani­mais do­més­ti­cos e ma­te­riais con­ta­mi­nan­tes no en­tor­no do ­prédio’’, dis­se.

  Ou­tra si­tua­ção ain­da ­mais gra­ve, se­gun­do o pro­mo­tor, foi cons­ta­tar que os fun­cio­ná­rios uti­li­za­vam um ca­rim­bo do Sis­te­ma de Ins­pe­ção Mu­ni­ci­pal (SIM) co­mo se a ins­pe­ção sa­ni­tá­ria fos­se rea­li­za­da. ‘‘Quan­do che­ga­mos no lo­cal o aba­te es­ta­va acon­te­cen­do e fla­gra­mos os fun­cio­ná­rios uti­li­zan­do o ca­rim­bo sem ne­nhum ti­po de ­fiscalização’’, en­fa­ti­zou.

  O pro­mo­tor ex­pli­cou ain­da que, ­após o re­ce­bi­men­to dos re­la­tó­rios téc­ni­cos com o re­gis­tro das ins­pe­ções, de­ve re­que­rer a in­ter­di­ção dos aba­te­dou­ros até que se ajus­tem às de­vi­das nor­mas sa­ni­tá­rias. ‘‘O ge­ren­te po­de­rá res­pon­der pe­lo cri­me de frau­de no uso de si­nal pú­bli­co e tam­bém pe­la prá­ti­ca de cruel­da­de con­tra ani­mais. In­fe­liz­men­te al­gu­mas des­sas ir­re­gu­la­ri­da­des ain­da é co­mum nos aba­te­dou­ros ­municipais’’, dis­se. Nin­guém na Pre­fei­tu­ra foi lo­ca­li­za­do pa­ra fa­lar so­bre o as­sun­to.

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