MT: Taques deve reduzir investimento em infraestrutura; setor produtivo é procurado

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MT: Taques deve reduzir investimento em infraestrutura; setor produtivo é procurado

Gustavo Oliveira afirmou aos representantes do setor produtivo que crise no Estado chegou com "muita força"
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Gustavo Oliveira afirmou aos representantes do setor produtivo que crise no Estado chegou com "muita força"

Os investimentos em obras de infraestrutura em Mato Grosso podem ser reduzidos em uma tentativa de "cortar" custos. A possibilidade foi colocada na mesa pelo governador Pedro Taques e equipe econômica do Governo do Estado aos representantes do setor produtivo. Reforma tributária deverá aumentar a base tributária e diminuir as alíquotas.

Durante reunião na manhã desta quinta-feira, 13 de outubro, apontou-se uma projeção de grandes dificuldades econômicas para o Estado nos próximos seis meses.

O secretário de Estado de Planejamento, Gustavo Oliveira, afirmou aos representantes do setor produtivo mato-grossense que a crise econômica no Estado chegou com "muita força" e que é preciso evitar que haja um colapso na Saúde, Segurança e Educação por falta de recursos.

Entre as medidas para contingenciar recursos está a possibilidade de reduzir os investimentos em obras de infraestrutura no período de seis meses ao qual a equipe econômica prevê que serão os de grandes dificuldades para o Estado.

Entretanto, o secretário de Planejamento afirmou que obras consideradas importantes não sofrerão alteração em sua continuidade e que as prioridades serão definidas após ouvir o setor produtivo.

Reforma tributária

A reforma tributária do Estado, que conta com o auxílio da Fundação Getúlio Vargas em sua formulação, é outro ponto estudado e que poderá auxiliar neste momento. Segundo Gustavo Oliveira, a reforma aumentará a base tributária e diminuirá as alíquotas. “Temos um entendimento de que se todo mundo pagar, todo mundo paga menos. Este projeto será encaminhado para a Assembleia Legislativa até o fim do mês para apreciação da sociedade”.

A redução dos custos da máquina pública, salientou Gustavo Oliveira ao setor produtivo, é trabalhado para fazer frente à falta de repasses federais.

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