Com influência do dólar e Bolsa de Chicago, o milho fechou de lado nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações de milho iniciaram o dia em queda nesta segunda-feira, para logo após descontarem as perdas, e ao final do pregão, fecharem praticamente estáveis. Na balança, a oscilação positiva na bolsa de Chicago e o auxílio – pelo menos aos primeiros momentos do pregão – do dólar ajudaram a manter os patamares do grão”, comenta.
“Entre as principais agências do país, uma média de colheita apontada de 84,3% até o final da semana passada, o que seria cerca de 9,2 pontos percentuais se comparada ao ano passado. No plantio do milho verão, tem-se o apontamento de 7,2%, o que representa 2,8 pontos percentuais acima da temporada passada”, indica.
Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam fechamentos mistos. “O vencimento setembro/23 fechou a R$ 54,07, baixa de R$ -0,12 no dia e alta de R$ 0,57 na semana; o vencimento de novembro/23 foi de R$ 57,74, alta de R$ 0,45 no dia, alta de R$ 0,78 na semana; janeiro/23 fechou a R$ 61,60, alta de R$ 0,27 no dia, alta de R$ 0,78 na semana”, informa.
Em Chicago o milho fechou em alta com venda para o México. “A cotação para setembro23, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,65 % ou $ 7,75 cents/bushel a $ 478,50. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 1,69 % ou $ 8,25 cents/bushel a $ 496,50. O milho negociado em Chicago fechou em alta nesse começo de semana. A perspectiva de redução de safra, mesmo que pequena em relação ao volume total, apontada pela expedição Pro Farmer deu suporte a cotação do cereal”, conclui.