No mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul, tudo parece caminhar da mesma forma, sem alterações nos negócios, de acordo com informações divulgadas pela TF Ageroeconômica. “Nada de novo no que diz respeito à comercialização hoje no estado, onde compradores apontados estar abastecidos até pelo menos a primeira quinzena de outubro. As cotações se mantêm ao longo da semana, em que hoje as indicações das indústrias foram de R$ 58,00 CIF Fábricas, na grande maioria de locais, e contra ofertas que começam a R$ 61,00 interior”, comenta.
Enquanto isso, os produtores esperam por melhores cotações em Santa Catarina, que tem negócios a R$ 61,00 no porto. “Nada de novo no dia de hoje em Santa Catarina. A queda de braço permanece pelos poucos lotes que ainda restam na mão do produtor, e o comprador, munido de argumentos a respeito do tamanho da safra, permanece confiante – quando compra, compra o estoque para a semana, e somente isto. Foram pouquíssimos os
compradores no mercado em busca de lotes. Em Campos Novos, Joaçaba, Videira e Erechim, indicou-se por R$ 59,50 a saca; e em Videira e Papanduva o preço foi de R$ 59,00. Vendedores iniciam pedidas em R$ 60,00 no FOB interior”, completa.
O Paraná tem negócios no oeste e no porto, já que a colheita praticamente concluída dá fôlego aos compradores. “Indicações no interior CIF de R$ 52,00 no sudoeste; R$ 52,00 em Londrina, Pato Branco e Maringá; R$ 55,00 em Ponta Grossa; R$ 51,00 em Cascavel e R$ 50,00 em Toledo – praticamente mantidas em relação ao dia de ontem. No porto, negócios foram visto a R$ 62,00 com entrega em outubro e pagamento meados de novembro.
Na ferrovia, compradores e vendedores tiveram um dia expressivo entre negócios com embarque em novembro e dezembro, na faixa de R$ 55,00 a R$ 56,00 pela saca – foi nos relatado em torno de 10 mil toneladas, mas entre rumores, acredita-se que pelo menos o dobro disso tenha sido comercializado na região”, conclui.