Novo ministro argentino priorizará agronegócio
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Imagem: Pixabay
MUNDO

Novo ministro argentino priorizará agronegócio

Transformar a Argentina em uma "fábrica de dólares para exportar trabalho argentino" é a frase usada
Por: -Leonardo Gottems

O ministro da Economia nomeado, Sergio Massa, indicou que vai priorizar a geração de divisas por meio de incentivos fiscais para os setores de energia, agronegócio e economia do conhecimento, enquanto com o FMI buscará aprofundar "a busca de consenso" , posição que já mostrou no Congresso quando trabalhou ativamente para a aprovação do programa junto à agência.

Embora Massa tenha alertado que só nesta semana serão conhecidos os nomes, medidas e detalhes da reformulação do Gabinete, em seu ambiente já usam uma frase para se referir ao que pretende ser uma das premissas gerais de sua gestão no Palácio Tesouro: transformar a Argentina em uma "fábrica de dólares para exportar obras argentinas".

Transformar a Argentina em uma "fábrica de dólares para exportar trabalho argentino" é a frase usada no ambiente de Massa para se referir ao que afirma ser uma das premissas gerais de sua gestão.

Esse slogan resume a necessidade de acumular reservas diante da instabilidade monetária, processo que nos últimos dias encontrou alívio com a queda do dólar financeiro e do azul, e que se traduz concretamente na decisão de estimular atividades com exportação potencial -setor de energia, agronegócio, indústria de software e tecnologia aplicada- com um pacote de medidas de incentivo.

Na equipe da Frente Renovadora, que vem se reunindo na sede do partido, na Avenida Libertador, 850, eles sustentam que o melhor precedente para entender a lógica que Massa vai promover é a revisão de quais eram suas prioridades na Câmara, de onde empurrou benefícios fiscais para trabalhadores formais e classe média, em especial a atualização do piso do imposto de renda.

"Para saber o que Sergio poderia fazer, é preciso ver o que ele fez como presidente da Câmara dos Deputados", eles grafam nesse sentido, e aí escorregam que o critério de promover "benefícios fiscais" por meio de leis votadas no Parlamento poderia ser transferidos a partir da próxima semana para a gestão económica.


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