O que dizem as entidades sobre a retirada da vacina contra febre aftosa
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Imagem: Divulgação

FEBRE AFTOSA

O que dizem as entidades sobre a retirada da vacina contra febre aftosa

Entidades manifestam apoio ao avanço sanitário
Por: -Aline Merladete
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Na última semana, técnicos e auditores do ligados ao Ministério da Agricultura estiveram no Rio Grande do Sul para avaliar 18 pontos de melhorias levantados em 2019. Nesta terça-feira, a Federação de Agricultura do Estado (Farsul) e a Federação Brasileira das Associações de Animais de Raça (Febrac) colocaram o tema em votação obtendo maioria à favor do avanço sanitário.

De acordo com informações divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, o Ministério da Agricultura sinaliza com um resultado positivo, “mas ainda não se posicionou oficialmente”, contou o secretário. "Por isso, o apoio de entidades fortes como Farsul, Fetag e Febrac é tão importante no suporte à retirada da vacinação e à abertura de novos mercados”, apontou.

Veja a nota oficial da Farsul

A Farsul comunica que, após reunião realizada com os representantes dos sindicatos rurais integrantes da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul, apoia o processo de retirada da vacinação contra a febre aftosa no estado. A decisão foi tomada por meio de votação entre os participantes, mantendo a tradição democrática da entidade de ser representante das demandas e posições dos produtores rurais do Rio Grande do Sul.

É sabido que ainda existem itens a serem concluídos pelo Governo do Estado para o cumprimento de todo o protocolo estipulado para que o Rio Grande do Sul receba o status de livre de aftosa sem vacinação, pela OIE. Competirá a nós o acompanhamento da evolução desses pontos, auxiliando no que nos cabe e cobrando os que são compromissos de outros.

Somos cientes das responsabilidades que cairão sobre os produtores, especialmente quanto a vigilância no campo. Pois, além das dificuldades conhecidas do setor público para tal, são os produtores os principais interessados na manutenção da segurança sanitária no nosso setor.

Entretanto, necessitamos que, após a conclusão do processo, tenhamos a garantia do Poder Público de que as medidas apresentadas serão, efetivamente, colocadas em prática para que aquele que é o principal interessado, o produtor rural, tenha tranquilidade em exercer sua atividade sabendo que está respaldado jurídica e sanitariamente.

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