Openeem traz ao mercado os benefícios da “Árvore do Século XXI”

Agronegócio

Openeem traz ao mercado os benefícios da “Árvore do Século XXI”

Empresa apresenta à sociedade produtos e cultura em prol do meio ambiente
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Com produtos de controle biológico à base de Neem, empresa apresenta à sociedade produtos e cultura em prol do meio ambiente
 
A busca por alimentos e produtos livres de substância danosas à saúde tem crescido nos últimos anos em todo o mundo. De acordo com o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), o mercado de defensivos químicos sintéticos no Brasil movimenta hoje aproximadamente R$ 32 bilhões, o maior do mundo. Dentro desse universo, os biodefensivos ainda representam 1,5%. No entanto, para os próximos anos, o mercado vislumbra ampliar essa taxa para 15% ao ano.
 
Foi pensando nesse campo fértil e com o propósito de criar um negócio capaz de ser lucrativo e, ao mesmo tempo, beneficiar o meio ambiente que surgiu a Openeem, com um projeto inovador, sustentável e promissor. A empresa, criada por um grupo de empreendedores brasileiros, chega ao mercado para a concepção de produtos agrônomos, cosméticos naturais, saúde animal e jardinagem à base de Neem.
 
O que é o NEEM? Nativo da Índia, o Neem foi declarado a “Árvore do Século XXI” pela ONU graças aos seus benefícios ambientais e medicinais milenares. É uma das plantas mais pesquisadas pela ciência nos últimos 20 anos e o seu mais importante princípio ativo, a Azadirachtina Indica, é a matéria-prima natural e atóxica com maior potencial em mercados relevantes e em crescimento, como agropecuária, saúde e bem-estar. “O Neem representa a integralidade da vida, pois é uma árvore generosa e holística, no sentido de que todas as suas partes podem ser aproveitadas em benefício da saúde humana, dos animais e do meio ambiente”, explica Gabriela Lindemann, CEO da Openeem.

O Neem pode ser usado na agricultura orgânica e convencional. De importante efeito sinérgico, também pode ser inserido como estratégia no Manejo Integrado de Pragas (MIP) em rotação com outros defensivos, minimizando problemas de resistência de pragas e contaminação do solo e do meio ambiente. “É uma das mais completas substâncias, pois além de atuar no controle de pragas e doenças, sem afetar animais de sangue quente, mantém o meio ambiente equilibrado e aumenta o nível de nitrogênio”, ressalta Mauricio Campos, Coordenador de Comunicação e Branding da Openeem.
 
O estudo “Agrow, Commodities Analyses 2013 – Informa UK” revelou que os biodefensivos podem representar de 10% a 20% do mercado total de defensivos no Brasil até 2020. Segundo previsões da Research and Markets, o mercado mundial de biopesticidas deve atingir US$ 3,8 bilhões em 2022, reforçando o quanto esse negócio é econômica e socialmente viável.
 
Em favorecimento ao mercado doméstico, toda a matéria-prima dos produtos da Openeem é proveniente de uma floresta de Neem do Norte do Brasil, localizada em São João de Pirabas, no Estado do Pará. A fazenda foi criada pelo advogado Sérgio Lindemann, pai de Gabriela, e hoje abriga mais de 160 mil árvores em cerca de 50 hectares. “Os poucos produtos de controle biológico de pragas produzidos hoje no Brasil com Neem utilizam matéria-prima importada. Como utilizaremos Neem brasileiro, os preços de nossos produtos ficarão protegidos das variações cambiais”, conta Gabriela.

Para colocar o projeto de pé, esse grupo de empreendedores apostou no futuro promissor do projeto. Além de Gabriela Lindemann e Maurício Campos, a Openeem conta em sua frente administrativa com Vicente Gomes, profissional que atua há 25 anos em transformação organizacional e co-fundador do Instituto Capitalismo Consciente no Brasil, e Pedro Capeletti, publicitário com passagens por algumas das maiores agências brasileiras e um dos executivos da propaganda mais premiados do País, com 26 leões no Festival de Cannes. Outros sócios e colaboradores investem de maneira significativa, não somente com capital financeiro, mas principalmente com o know-how no setor agrícola e em desenvolvimento sustentável.
 
Produtos. A Openeem começará a comercializar seus produtos sustentáveis para a agricultura nos próximos meses. Já em 2017, está também previsto o lançamento das linhas de cosméticos, incluindo repelentes à base de Neem, saúde animal e jardinagem. “Nosso objetivo é trazer ao mercado uma referência em produtos à base de NEEM, mas o mais importante é a cultura e a forma de fazer negócios, que são pautadas na relação de benefício compartilhado e com significado para todos os seus stakeholders. Isso permitirá a criação de um ecossistema resiliente e potente para inovar e gerar valor com produtos naturais, atóxicos e multifuncionais”, afirma Mauricio Campos.
 
Com essa premissa, as ações sociais e de disseminação de conhecimentos sobre o Neem e seu potencial estão sendo planejados lado a lado com o negócio. “Iremos muito além de vender produtos. Estaremos presentes nas comunidades, ensinando a utilizar o Neem em prol da saúde. Vamos informar sobre as propriedades da árvore e capturar a atenção de comunidades, consumidores e parceiros, engajando-os em um negócio com propósito e de impacto positivo para cada pessoa, para a sociedade e para o meio ambiente”, conclui a CEO Gabriela Lindemann.


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