Orizicultor gaúcho cobrará apoio federal

Agronegócio

Orizicultor gaúcho cobrará apoio federal

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A cadeia produtiva orizícola finaliza hoje os pedidos que serão feitos às autoridades federais que participam da abertura da colheita do arroz, na Estância Guatambu, neste domingo, em Dom Pedrito. O presidente da Federrroz, Valter José P"tter, adiantou que, entre as reivindicações já em negociação, estão R$ 100 milhões para contrato de opção privado para absorção de 1 milhão de toneladas. O documento será entregue ao vice-presidente da República, José Alencar, e ao presidente da Câmara Federal, Severino Cavalcanti (PP-PE), que estarão presentes na cerimônia da 15ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz.

No segundo dia da exposição, a chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão, Beatriz Pinheiro, observou retração no consumo de arroz no país. Segundo ela, o número deveria estar próximo de 16 milhões de t, base casca, mas se mantém, há 15 anos, próximo dos 12 milhões de t. Uma pesquisa nas principais regiões metropolitanas do Brasil apontou queda de 46% no consumo em 30 anos. "Era previsto que o irrigado chegaria a uma produtividade de seis mil quilos por hectare e que haveria maior oferta do Mercosul, mas não se esperava redução tão grande no consumo".

O presidente do Irga, Pery Coelho, destacou que dos 40 projetos que compõem o programa Arroz RS, 65% estão em andamento e assinalou que são 140 mil ha com o Projeto 10 beneficiam indiretamente 375 mil ha nas regiões do entorno". O responsável pela iniciativa, Valmir Menezes, informou que, devido à instabilidade climática, o dia 5 de novembro é a época limite para o plantio das lavouras no RS. "Talvez a nossa maior campanha para economizar água seja plantar na época certa." No Estado, 50% dos orizicultores implantaram suas lavouras até o período recomendado. O conselheiro da Comissão de Recursos Hídricos da Farsul, Ivo Lessa, discorreu sobre a importância do armazenamento de água que pode ser feito pelos produtores, através de construções de barragens. "A lei ambiental não permite barragens em áreas de preservação permanente para irrigação. Queremos provocar essa questão já que a população precisa de mais água".


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