PAC Semiárido
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Agronegócio

PAC Semiárido

A proposta está baseada em dois pilares. Reserva alimentar para os rebanhos, através da palma; e água para dessedentação animal, através de poços e barragens para perenizar rios e riachos
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Proposta da implantação do PAC Semiárido, como sugestão para que os governadores do Nordeste sensibilizem a presidente Dilma Rousseff, foi colocada na pauta da reunião do Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri), em Recife, pelo seu presidente e secretário da Bahia, Eduardo Salles, e aprovada por unanimidade pelos seus colegas nordestinos.


A proposta está baseada em dois pilares. Reserva alimentar para os rebanhos, através da palma; e água para dessedentação animal, através de poços e barragens para perenizar rios e riachos. O objetivo desse programa é beneficiar cerca de 1,5 milhão de famílias de agricultores do semiárido nordestino, levando sustentabilidade e amenizando os efeitos da longa estiagem.


1.300 barragens para a Bahia

Atendendo a reivindicação Conselho Nacional de Secretários de Agricultura (Conseagri), e tendo como testemunhas o governador de Pernambuco, Eduardo Campos; o presidente da Codevasf, Elmo Vaz, e o presidente do Conseagri, Eduardo Salles, o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, e o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, assinaram, em Recife, convênio disponibilizando R$ 100 milhões, não reembolsáveis, para os estados nordestinos e Minas Gerais, destinados a obras para convivência com a seca. Desse total, R$ 22,1 milhões são para a Bahia, e vão permitir a construção de 1.300 barragens subterrâneas em cinco territórios de identidade.

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