No estado do Rio Grande do Sul, de acordo com a TF Agroeconômica, o milho roda devagar entre granjas e produtores locais. “Não houve relatos de negócios no mercado de milho hoje no Rio Grande do Sul, à medida que compradores apresentam pequenos movimentos, abastecendo somente à base da necessidade”, comenta.
“No porto, as indicações se mantiveram para R$ 62,00 sobre rodas, para milho futuro entrega fevereiro/24 e pagamento Março/24. Hoje as indicações das indústrias subiram R$ 1/saca na origem e R$ 2/saca nos destinos: R$ 60,00 CIF Santa Rosa; R$ 58,00 Três Passos; R$ 60,00 Frederico Westphalen; R$ 58,00 Marau; R$ 59,00 Arroio do Meio”, comenta.
Em Santa Catarina a diferença entre ideia de compra e venda é de R$ 2,00 por saca. “O mercado de Santa Catarina também rodou de forma lenta no dia de hoje, em que pouquíssimos negócios foram realizados da mão para a boca, em compras levadas por pequenas granjas e suinocultores. A maior parte das ofertas permaneceu na mesa ao final do dia, onde as pedidas partiam de R$ 60,00 e chegavam até R$ 63,00 no diferido. No único relato, ouvimos que 1.000 toneladas teriam sido vendidas a uma indústria no extremo oeste a R$ 59,00, com pagamento em 30 dias”, indica.
No Paraná, a média recebida por produtores varia -3,21%. “Segundo informações do Deral/PR, a última semana de junho foi negativa para os produtores paranaenses, que tiveram variação de -3,21% em preços recebidos pelo milho. Nesta semana, o departamento apontou que a saca foi comercializada em média a R$ 47,91, ante R$ 48,48 por saca na semana anterior de junho. Os maiores valores foram vistos em Laranjeiras do Sul (R$ 50,62), e os menores observados na regional de Toledo (R$ 46,47)”, conclui.