Pintos de corte

Pintos de corte: volume ainda crescente no 1º bimestre

Produção brasileira de pintos de corte sofreu ligeira correção
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Depois de abrir 2018 (janeiro) com volume superior a 550 milhões de cabeças e um aumento de quase 4% em relação ao mesmo mês do ano anterior, a produção brasileira de pintos de corte sofreu ligeira correção. Em fevereiro foram produzidos perto de 485 milhões de pintos de corte, volume que significou decréscimo de quase 2% em comparação a fevereiro de 2017 e, considerada a produção média diária, implicou em uma queda de 3,5% em relação ao mês anterior, janeiro de 2018.

De toda forma prevaleceu, no bimestre janeiro/fevereiro um incremento de pouco mais de 1%, enquanto no acumulado dos últimos 12 meses persiste a redução iniciada em 2017, agora em torno de 2,5%. Para o setor, naturalmente, pouco importa o resultado dos últimos 12 meses, porquanto a maior parte da produção desse período já foi criada e abatida. Ou seja: o que interessa é a produção mais recente e sua evolução.

À primeira vista, o incremento de 1,13% é pouco significativo – poderia ser considerado, até, apenas “vegetativo”. Consideradas, porém, as atuais condições de mercado – baixo consumo interno e externo e aumento expressivo dos custos – não há como negar que é elevado. Inclusive porque a produtividade dos pintos alojados continua crescente.

Rememora-se, a propósito, que em março passado, ao divulgar três possíveis cenários para a produção de pintos de corte em 2018, a APINCO concluiu que o cenário mais factível é o de uma produção média, mensal, de no máximo 519 milhões de pintos de corte.

A produção efetiva do bimestre inicial de 2018 ficou em 520,5 milhões/mês - muito perto, portanto, do cenário apontado pela APINCO. Mas como as condições de mercado vêm sofrendo forte deterioração, talvez seja conveniente baixar ainda mais essa média.

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