A soja fechou em baixa na Bolsa de Chicago, motivada pelo avanço do plantio acima da média histórica, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O contrato de soja para julho23 fechou em baixa de -1,40% ou $ -18,75 cents/bushel a $ 1322,50. A cotação de novembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em baixa de -0,77%, ou $ -9,25 cents/bushel a $ 1187,75”, comenta.
“A cotação de maio24 fechou em baixa de -0,58% ou $ -7,00 cents/bushel a $ 1205,00. O contrato de farelo de soja para julho fechou em baixa de -1,41% ou $ -5,8 ton curta a $ 406,4 e o contrato de óleo de soja para julho fechou em baixa de -2,07% ou $ -1,01/libra-peso a $ 47,76”, completa.
A soja fechou em queda, movimento contrário de seus pares nessa terça-feira. “O USDA divulgou no dia anterior, após o fechamento da sessão, que 66% da área pretendida de soja já foi semeada nos EUA, acima da média histórica de 52% para o mesmo período. O rápido avanço do plantio não foi compensado pelo clima, como aconteceu com o milho, isso porque as secas previstas para o Centro-Oeste americano têm maior potencial de atingir as áreas cultivadas pelo milho. O óleo de soja seguiu a queda do óleo de palma, o que adicionou pressão sobre as cotações da oleaginosa”, indica.
“A China informou que 5,3 MMT de soja foram importados do Brasil em abril, queda de 16% ano/ano. As importações de soja originária foram registradas em 1,82 MMT para abril, um aumento de 11% ano/ano A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) elevou nesta terça-feira a previsão de exportações de soja do Brasil em maio para até 15,9 milhões de toneladas. Na semana passada, a previsão era de 15,755 milhões de toneladas”, conclui.