Preço da soja anda de lado no Brasil
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Imagem: Eliza Maliszewski

MERCADO BRASIL

Preço da soja anda de lado no Brasil

Demanda chinesa por soja brasileira de safra velha foi pouca
Por: -Leonardo Gottems
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Segundo apurou a pesquisa diária do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da USP), os preços da soja no mercado físico brasileiro fecharam a quarta-feira (15.07) com preços médios da soja nos portos do Brasil sobre rodas para exportação subindo 0,07% nos portos, para R$ 115,09/saca (contra R$ 115,01/saca do dia anterior). Com isto a perda acumulada nos portos neste mês ficou em 0,20%.

A T&F Consultoria Agroeconômica aponta que no Rio Grande do Sul os preços no porto subiram cinqüenta centavos: “Mesmo com a alta do dólar, os preços da soja disponível sobre rodas no porto gaúcho de Rio Grande registraram alta de cinqüenta centavos para R$ 118,00, contra R$117,50 do dia anterior, para pagamento em agosto. Soja futura, para pagamento no final de maio de 2021 voltou a ganhar 2 reais/saca para R$ 109,00, contra R$ 107,00 no porto”. 

“Já no interior, a alta do dólar manteve os exportadores novamente de fora da disputa com a indústria, que mesmo assim, manteve os mesmos preços deR$ 115,00 em Passo Fundo, para pagamento em setembro e manteve-se inalterado a R$114,00 em Ijuí e R$ 114,50 em Cruz Alta. No Paraná mercado subiu média um real/saca no estado”, complementam os analistas da T&F. 

CHINA

Ainda de acordo com a T&F Consultoria Agroeconômica, a “demanda chinesa por soja brasileira de safra velha foi pouca, pois os prêmios com base no destino aumentaram com a baixa oferta, apesar das taxas de frete mais fracas. O mercado estima que o Brasil tenha apenas 1,5-2 milhão de t da safra 2020 disponível para venda para embarque no quarto trimestre deste ano”.

MILHO

De acordo com a Consultoria ARC Mercosul, no Brasil a colheita de milho safrinha segue aquecida em quase todo o país, em exceção ao Mato Grosso do Sul, Paraná e Minas Gerais. Nesses estados, afirmam os analistas, os produtores rurais ainda estão com dificuldades de engrenar uma maior velocidade de colheita. A ARC Mercosul promete para a próxima sexta-feira (17.07) mais uma
atualização no ritmo semanal de colheita por estado no Brasil.


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